28 dezembro 2022

.futuro? 2023



(st clarity - the paper kites)

Isso é um adeus.

Estão todos migrando para um novo mundo desconhecido, e para mim, migrarei para outro canto para visitar um ente. Eu vou de avião, e morro de medo de avião. Sou pessimista, então este é um adeus. Prometa-me Deus, que não me deixar ir embora em um avião, quero retornar aos meus pais e continuar fazendo parte desta vida.

Ela é uma das únicas coisas que me restou agora. Quero voar pelos céus mas não permanecer lá.

31 dezembro 2019

.não escreva sobre beterrabas

Caro, desconhecido que teve a infeliz coincidência de encontrar esta carta. 

Entenda que, de fato você possa ser um homem que estava voltando de sua pescaria de fim de semana com seu filho de 12 anos; ou uma senhora de muitos tantos anos de idade que decidiu dar uma ultima chegada do mês em sua caixa de correio. Devo te dar algumas informações sobre como deve viver sua vida, mas isso depende inteiramente da sua vontade.

Primeiro, coma tudo o que você tem vontade e faça cara feia para aquilo que não gosta. Não vale a pena, será, degustar ma coisa que te ferirá psicologicamente. Amo purê de batata, porém já tentei engolir beterraba e digo que seu estomago chega a um nível de aceitar pedra ao invés daquilo. Do contrário, talvez seria interessante digerir coisa saudável quando aquela atitude seja de vida ou morte, neste caso feche os olhos, tampe o nariz e pense em como comer beterraba poderá te dar mais tepo de vida para comer purê de batata.─ Não tire o tempo precioso do leitor com cartas. Não escreva cartas sobre purês e beterrabas. Coma purê e beterraba.

Com todo o carinho e desinformação entediosa do mundo,

Tom.

06 dezembro 2018

.Mochila ─ representou meu fracasso

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.Mochila ─ representou meu fracasso

Não pude acreditar que eu pudesse estra viva para presenciar uma situação tão deprimente. Estava navegando por entre os blogs, até estacionar no projeto Together lembrar que deveria fazer aquela sublime blogagem para manter ativo nele. A blogagem era sobre oque havia em nossa mochila e logo aí eu jamais pude pensar que ficaria tão desanimado.

Eu não tenho uma mochila.

Nem de escola, nem de trabalho. Ter até tenho, mas não há nada nela. Afinal, eu não uso uma mochila para ir a nenhum lugar. Eu estou em casa passando por um dilema quase impossível de lidar. Não estou estudando, nem trabalhando. Não saio para absolutamente nada! Começou a caralha de uma obra no vizinho da frente a 2 meses e só agora eu notei.

Nunca imagine que minha mochila fosse me mostrar a minha situação lamentável em que estou.